Visões diferentes do Enigma do Rei

Rei aplaudindo

Num vilarejo moravam dois irmãos gémeos, um sempre responsável e o outro um vagabundo da pior espécie, que não queria fazer nada para crescer na vida. Certo dia, o rei, que não os conhecia, condenou o mais estudioso a forca, ele vai para casa desesperado, lavado em lágrimas. O pai ao vê-lo assim pergunta-lhe o que aconteceu. O jovem lá explica que o rei o condenou à forca e o único modo de escapar é decifrando um enigma. O irmão, comovido com a situação, diz-lhe: “Eu vou no teu lugar, tu sempre te empenhaste e dedicaste ao estudo e às atividades domesticas e eu não. É já que vou morrer vou levar um pão para comer mais tarde”. Quando chegou junto do rei, este mostra-lhe uma maçã, o jovem mostra-lhe o pão, o rei mostra dois dedos, ele mostra três, o rei mostra-lhe quatro dedos, então ele finaliza mostrando todo o braço e girando-o. O rei manda soltá-lo pois o julgou muito inteligente por decifrar o enigma. Os conselheiros do rei não entenderam nada o que se tinha passado e então o monarca explicou: “Primeiro ofereci uma maçã e ele disse que nem só de pão vive o homem. Perguntei se um castelo poderia ser governado por dois reis e ele disse que até por três. Finalmente perguntei se poderia ser governado por quatro e ele disse que o melhor será um grande rei que governará o mundo todo”. Entretanto o jovem vagabundo que se safou da forca chega em casa e o pai admirado de o ver ainda vivo pergunta-lhe o que aconteceu. O jovem logo responde: “Pai, o rei ficou com medo de mim. Ele mostrou-me uma maçã e eu disse tenho um pão, seu otário. Então ele disse vou enfiar dois dedos no teu rabo e eu disse logo que lhe ia enfiar três. Então ele disse que ia fazer isso com quatro dedos e eu disse que usava o braço todo e ainda o ia rodar para ele deixar de ser maricas”.

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